Portugal Painel de Bordo


Fevereiro 2017 (actualização 08 / 02 / 17)

  Preço do Petróleo (US$) (1) Taxa de Juro de Curto Prazo (%) (2) Taxa de Juro de Longo Prazo (%) (3) Taxa de Câmbio (EURUSD) Inflação (%) Desemprego (%) PIB **
Orçamento de Estado 2017 51,3 -0,4 4,212 1,1 1,5 10,3 1,50%
1,84 Bn
Documento de Estratégia Orçamental (2014 - 2018) 104,2 0,4 3,5 1,37 0,4 15,4 1,2%
1,95 Bn
Valor de Mercado 56,73 -0,33 4,225 1,07 0,88 10,5 1,60%
1,84 Bn
Variação (Valor de Mercado / OE 2017) 10,58% 0,07 0,013  -2,73% -0,62  0,2 0,1
Importações de Crude 2015 5.449.342.000,00$            
2016              

Fonte: Ministério das Finanças; Eurostat; INE; Comissão Europeia; DGEG

 

  População Dívida Estado (€)   Receita Fiscal (€)   Maiores Exportações Principais Detentores Dívida Portuguesa
Total 10.562.178 241.100.000.000,00 IRS 12.214.400.000,00   Cortiça, Calçado  F. Pensões/Seg /Bancos 55%
Activa 5.195.200
35.472,35€ (4)
46.408,22 IRC  5.228.300.000,00   Têxteis, Cerâmica BCE 12%
Per Capita 17.447,72€ (5) 22.826,73 IVA 15.067.000.000,00   Fibras Sintéticas FMI/Europa 10%
Juros   7.807.188.153,60 ISP  3.259.300.000,00   Armas e munições Bancos nacionais 9%
Salário Médio (€) 913,3   Outros 4.455.900.000,00      
      Total 40.224.900.000,00      

 

(1) Contrato de Futuro - (LCO) Crude Oil Brent CRD
(2) Euribor 3 Meses
(3) Obrigação do Tesouro a 10 Anos 
(4) PIB / População Activa (Riqueza anual criada por cada cidadão activo)
(5) PIB / População Total (Riqueza anual criada por cada cidadão)
** PIB: 181.562.515.200,00€ (2016)

PIB / População Activa (Riqueza anual criada por cada cidadão activo)

12/01/2012

A DIF Broker fez um relatório em 2010 sobre a economia Portuguesa com o titulo Portugal SA da autoria do analista Tiago Fernandes. Portugal SA equiparava a economia Portuguesa a uma grande empresa, com o intuito de demonstrar as suas fragilidades e alertar para o que acabou por acontecer. Na altura em 2010 muito pouca gente estava preocupada com a situação.

Dois anos depois decidimos criar um painel de bordo de acompanhamento da situação portuguesa que permita a qualquer investidor, de forma rápida e simples, tomar o pulso à situação real.

Este painel de bordo de Portugal faz referência ao petróleo porque os custos com a energia representam 33% do nosso défice comercial. Como tal, qualquer alteração no custo do petróleo tem um impacto importante na economia Portuguesa, colocamos esse impacto a verde ou a vermelho, consoante seja positivo ou negativo.

A segunda coluna refere a taxa de juro de curto prazo. Aquela que foi utilizada para o orçamento de Estado de 2012, a que se utilizou no documento de estratégia orçamental (2011-2015) e a taxa de mercado. Esta coluna tem pouco impacto para o comum dos mortais portugueses neste momento mas é da maior importância para Portugal e para os bancos Portugueses.

A terceira coluna refere a taxa de câmbio que serviu de base aos mesmos documentos e o valor de mercado. São duas as implicações desta taxa. A primeira, e mais importante, relaciona-se com o custo da energia que é pago em dólares americanos, e a segunda, prende-se com o facto de que uma desvalorização do euro é teoricamente mais vantajosa para as empresas exportadoras. Nesta coluna a variação a verde ou vermelho só tem em consideração o impacto no custo energético.

A taxa de juro de longo prazo na quarta coluna tem como intenção apresentar uma perspectiva sobre o nosso custo de financiamento relativamente ao orçamentado. Como se pode verificar o orçamentado foram taxas de 5 e 5,7%, enquanto que o contratado com a troika são 3,5%. O mais importante desta coluna é taxa de juro de mercado actual, ou seja o custo a que estaríamos sujeitos a pagar os nossos empréstimos no mercado no caso de não haver troika.

Na quinta coluna está a taxa de inflação e a variação percentual relativamente ao previsto no orçamento. Este número tem sobretudo um impacto social importante, tal como o desemprego na coluna seis.
O PIB da coluna 7 diz-nos a perda de riqueza em montante liquido e percentual.

O segundo quadro apresenta uma informação linear sobre Portugal. A sua população dividida entre a população total e a população activa. O salário médio dessa população, a dívida total do País e depois a que corresponde essa dívida sobre a população quer ela seja total ou só a activa.

Cremos assim que temos uma forma simples de ver a nossa situação e a nossa responsabilidade individual neste problema, mesmo que não tenhamos tido responsabilidade nele. Só nos resta saber quem são os nossos credores pelo que no fim indicamos em termos percentuais quem detém a nossa divida entre Fundos de pensões/seguradoras, outras instituições financeiras, investidores estrangeiros, bancos e outros.

Todos os que tenham sugestões para melhorar este quadro podem escrever para hdesk@dif.pt


































































 


Comentários

ECB Purchases
De FP hora 2016-06-16 16:33
In the Eurozone, about 11% of the government debt no longer qualifies for the ECB purchases because the yield is below 0.4%. And the ECB has much more debt to buy in order to meet its target.

Almost half of the Eurozone's government debt now has a negative yield.

16% of Europe's investment-grade corporate debt has a negative yield.

The amount of euro-denominated investment grade corporate bonds with negative yields has tripled over the last six weeks, a move accelerated by their inclusion in the ECB quantitative easing programme.

Around 16%, or 440 billion euros of the 2.8 trillion euros of these bonds now yield less than zero, up from five percent at the start of May according to Tradeweb data

How the Eurozone performed in 2016
De FP hora 2016-06-09 12:12
Eurozone Performance: http://www.dif.pt/image/image_gallery?img_id=756824

Your pension under nuclear attack
De Roque hora 2016-05-27 16:17
It’s not quite going nuclear. But chancellor George Osborne has played the “pensions” card in the Brexit debate. He’s said that younger individuals would be “between £223 and £335 a year worse off in retirement.” That’s if you’ve got £20,000 in pension savings and you’re contributing 8% of your earnings into a pension fund between 2016 and 2030.

He saved his best work for the over 65s, though. He warned that over £300 billion in pension assets for those over 65 could be destroyed by a “severe market shock.” He reckoned it to be a £32,000 hit to your nest egg, in a worst case scenario. A “moderate shock” would wipe out around £18,000, he claimed.

If it’s not going nuclear, it’s certainly a “scorched earth” tactic. According to the chancellor, leaving the EU would pretty much destroy everything in Britain. The economy, your retirement, trade, and perhaps the chancellor’s own political future. Just in case anyone missed the point, the chancellor elaborated. He said:
Much of the [Brexit] debate so far has focused on the potential economic fallout of a vote for Leave for those now in work, in terms of the impact on their jobs. But it's important that pensioners understand what's at stake for them too on 23 June. Pensioners who have worked hard all their lives deserve dignity, security and certainty in retirement. That's what we all hope for and what any responsible government should seek to provide.

A “responsible government” has had the Treasury publish three separate reports on the economic consequences of Brexit. All based on dubious assumptions. And all with exact figures designed to show you precisely how much voting “leave” will cost you 10-15 years from now. And the last of which was released just hours before the three-week period in which the government is obliged to go silent before the referendum.

If “Leave” wins, George Osborne won’t be to blame. He’s effectively thrown his political career down the drain in an effort to support Britain’s EU membership. The only logical conclusion you can reach is that he really believes it’s in Britain’s best interests to remain. We’ll see if his countrymen agree in about three weeks.

27 May 2016
By Dan Denning
MoneyWeek Research Limited

Portugal Debt Are (Also) Unsustainable
De EM hora 2015-07-20 12:57
https://www.linkedin.com/pulse/portugals-debts-also-unsustainable-erico-matias-tavares

Folha Trimestral de Conjuntura da CATÓLICA-LISBON
De Roque hora 2015-07-13 14:57
Informamos que já foi divulgada a última Síntese da Folha Trimestral de Conjuntura da CATÓLICA-LISBON elaborada pelo NECEP/CEA relativa ao 2º Trimestre de 2015, acessível no nosso site, através do seguinte link:

http://www.dif.pt/c/document_library/get_file?folderId=24244&name=DLFE-38702.pdf

O NECEP – Núcleo de Estudos sobre a Conjuntura da Economia Portuguesa, integrado no Centro de Estudos Aplicados da CATÓLICA-LISBON, é uma entidade independente que segue a atividade económica corrente de Portugal e produz, trimestralmente, previsões sobre a economia portuguesa num horizonte de dois anos.

FMI - Revisão Projeções de Crescimento.
De Roque hora 2015-07-10 15:27
Verifique no link todas as revisões efectuadas pelo FMI.

http://www.dif.pt/c/document_library/get_file?folderId=24244&name=DLFE-38603.pdf

Compilação de Dados relativamente aos anos de 2013 - 2016
De Roque hora 2015-07-09 17:07
PIB (Portugal / Italia / Grécia / Espanha)
Desemprego (Portugal / Italia / Grécia / Espanha)
Balanço das Contas Públicas (Portugal / Italia / Grécia / Espanha)
Dívida Pública (Portugal / Italia / Grécia / Espanha)

http://www.dif.pt/c/document_library/get_file?folderId=24244&name=DLFE-38502.pdf

O risco do mundo caminhar para a falência
De Roque hora 2015-06-16 15:40
O risco do mundo caminhar para a falência, um relatório da Mckinsey Global Institute.


http://www.dif.pt/c/document_library/get_file?folderId=24146&name=DLFE-36804.pdf

A pressão regulatória e a estrutura dos bancos
De Roque hora 2015-06-16 15:28
A pressão regulatória e a estrutura dos bancos num trabalho apresentado pela KPMG. O relatório explica as dificuldades dos bancos poderem apresentar lucros face à conjuntura, às taxas de juro e às transformações tecnológicas e ainda as pressões comerciais e regulatórias.

http://www.dif.pt/c/document_library/get_file?folderId=24146&name=DLFE-36803.pdf

Acentuar da crise mesmo com intervenções do BCE (últimos 3 meses)
De Roque hora 2015-06-16 11:29
A crise na Grécia apesar das intervenções do BCE está a afectar as taxas de juro de Portugal Espanha e Itália como se pode ver nos gráficos no link em attach. No caso Francês as obrigações a 10 anos quadruplicaram nos últimos 2 meses apesar de ainda estarem só a 1,2%.

O que pode acontecer se houver um Grexit?

http://www.difbroker.es/image/image_gallery?img_id=712244

The wrong kind of growth
De Roque hora 2014-10-24 11:52
Euro-zone debts are looking increasingly unsustainable

LAST week there was turmoil in financial markets. Investors started to worry about whether struggling euro-zone economies would be able to pay back their debt. Yields on Greece’s sovereign bonds (loans made to the Greek government) briefly exceeded 9%, a big jump. So how bad is euro-zone debt?

More: http://www.economist.com/blogs/graphicdetail/2014/10/daily-chart-16?fsrc=scn/fb/wl/dc/wronggrowth

Rentabilidade da Dívida Pública de Todos os Países
De Roque hora 2014-10-07 13:09
Clique no Link seguinte para verificar a Rentabilidade da Dívida Pública de Todos os Países.

http://www.elconfidencial.com/mercados/inversion/2014-09-08/riesgo-sin-rentabilidad-los-bancos-centrales-aplanan-el-interes-de-la-deuda-publica_186237/

Novo sistema de contas aumenta valor do PIB em mais de 2,5%
De Ropue hora 2014-06-11 16:42
A aplicação, a partir do próximo mês de Setembro, da nova versão do Sistema Europeu de Contas (SEC) vai conduzir a aumento superior a 2,5% no valor do PIB português, revelou esta quarta-feira o Instituto Nacional de Estatística (INE).

O SEC 2010, que passará a ser usado em todos os países da União Europeia este ano, introduz diversas alterações metodológicas que as autoridades estatísticas nacionais terão que passar a aplicar quando calculam os indicadores das contas nacionais, incluindo o PIB. O INE, tal como as suas congéneres dos Estado membros da EU, irão a partir de Setembro apresentar uma revisão do valor do PIB e do défice público para todos os anos desde 1995.

Os números definitivos desta revisão ainda não são conhecidos, mas, numa sessão de esclarecimento a órgãos de comunicação social, os responsáveis técnicos do INE apontam para que a revisão do PIB nos anos base (2010 e 2011) deverá ser superior a 2,5%. Espera-se que para os anos seguintes se possam verificar revisões da mesma ordem de grandeza, uma vez que as mudanças operadas “têm um carácter estrutural”. Não são de esperar por isso, mudanças significativas nas variações de ano para ano que foram registadas com o actual sistema de contas.

A revisão agora esperada no valor do PIB é maior do que a prevista em Janeiro, altura em que o INE apontava para um aumento superior a 2%.

O principal motivo por trás do aumento do PIB é a alteração da forma como são contabilizadas as despesas com Investigação e Desenvolvimento, que passam a estar melhor representadas no cálculo das contas nacionais. Outra explicação importante para a revisão não está relacionada com alterações metodológicas, mas com o facto de o INE recorrer no novo SEC a fontes de informação actualizadas, como os censos 2011, que mudam a percepção de qual a estrutura actual da economia portuguesa.

Em relação à revisão prevista para o valor do défice público decorrente da aplicação do novo SEC, o INE não avança para já com estimativas. No entanto, tal como já havia sido anunciado no início do ano, há duas alterações metodológicas que terão um impacto significativo nas contas de anos passados e do presente. A primeira é o facto das transferências de fundos de pensões para o Estado deixarem de contribuir positivamente para o saldo orçamental no momento em que são feitas. Por causa disso, os défices de 2010 e 2011 serão revistos em alta de forma muito significativa, já que nesses dois anos ocorreram transferências avultadas de fundos de pensões. Em contrapartida, o pagamento das pensões correspondentes a esses fundos deixam de contribuir negativamente para o saldo orçamental, o que significa que, a partir de 2012 existe por esta via um impacto positivo para o défice.

Além disso, o SEC 2010 traz também algumas mudanças na forma como se determina se uma entidade faz ou não parte do universo das Administrações Públicas. Hospitais EPE, Parpública, CP e entidades reguladores, vão passar a ter as suas despesas e receitas a contar para o cálculo do défice. A sua dívida passará também a ser contabilizada como dívida pública.

Spring 2014 forecast: Growth becoming broader-based
De Roque hora 2014-05-05 17:26
The EU economic outlook is strengthening. While leading indicators point to GDP growth gaining momentum in the near term, the conditions for a sustained recovery in the medium term are also improving. Growth is still set to remain moderate, but a gradual easing related to deleveraging, financial fragmentation, adjustment of external imbalances and uncertainty is noticeable.

Portugal’s economic recovery seems to be becoming progressively more balanced and domestic
demand-driven. Further improvements in competitiveness through the implementation of structural
reforms could help export growth and sustain the correction of external imbalances. However, the main
downside risks remain linked to the ongoing deleveraging and fiscal consolidation processes.

Read more: http://ec.europa.eu/economy_finance/eu/forecasts/2014_spring/pt_en.pdf

DOCUMENTO DE ESTRATÉGIA ORÇAMENTAL 2014-2018
De Roque hora 2014-05-05 17:21
http://www.portugal.gov.pt/pt/os-ministerios/ministerio-das-financas/documentos-oficiais/20140430-mf-deo.aspx

Orçamento de Estado 2014 (Orçamento Cidadão)
De Roque hora 2014-05-05 17:19
http://www.portugal.gov.pt/media/1348545/orcamento%20cidadao.pdf

Do pedido de ajuda externa até à saída limpa
De Roque hora 2014-05-05 17:12
Veja a infografia com os momentos mais marcantes de Portugal e da crise do euro desde os eventos que levaram ao pedido de ajuda até ao anúncio da saída limpa de Passos Coelho.

Ler mais em: http://www.jornaldenegocios.pt/economia/ajuda_externa/detalhe/infografia_do_pedido_de_ajuda_externa_ate_a_saida_limpa.html

Em 2015 só o Chipre vai crescer menos de 1% na Zona Euro
De Roque hora 2014-05-05 17:11
O produto interno bruto de Portugal vai crescer 1,2% este ano, a décima taxa de crescimento mais elevada entre os 18 países da Zona Euro, de acordo com as previsões da Comissão Europeia. Portugal vai crescer em linha com a Zona Euro, acima de Espanha, França e Itália e abaixo da Alemanha e Irlanda, num ano em que 13 dos 18 países do euro vão crescer acima de 1%.

Ler mais em: http://www.jornaldenegocios.pt/economia/conjuntura/detalhe/infografia_em_2015_so_o_chipre_vai_crescer_menos_de_1_na_zona_euro.html

Portugal - The Black Swan of the summer?
De Roque hora 2013-07-03 14:47
http://www.dif.pt/c/document_library/get_file?folderId=24244&name=DLFE-21101.pdf

Euro area government debt up to 90.0% of GDP, EU27 debt up to 84.9%
De Roque hora 2012-10-30 14:48
At the end of the second quarter of 2012, the government debt to GDP ratio in the euro area (EA17) stood at
90.0%, compared with 88.2% at the end of the first quarter of 2012. In the EU27 the ratio increased from 83.5% to
84.9%. Compared with the second quarter of 2011, the government debt to GDP ratio rose in both the euro area
(from 87.1% to 90.0%) and the EU27 (from 81.4% to 84.9%).
At the end of the second quarter of 2012, securities other than shares accounted for 78.6% of euro area and for
80.1% of EU27 general government debt. Loans made up 18.6% of euro area and 16.1% of EU27 government debt. Currency and deposits represented 2.8% of euro area and 3.7% of EU27 government debt.
Due to the involvement of EU governments in financial assistance to certain Member States, and in order to obtain
a more complete picture of the evolution of government debt, quarterly data on intergovernmental lending (IGL) is
also published. The share of IGL in GDP at the end of the second quarter of 2012 amounts to 1.6% for the euro
area and to 1.2% for EU27.

Government debt at the end of the second quarter 2012 by Member State

The highest ratios of government debt to GDP at the end of the second quarter of 2012 were recorded in Greece
(150.3%), Italy (126.1%), Portugal (117.5%) and Ireland (111.5%), and the lowest in Estonia (7.3%), Bulgaria
(16.5%) and Luxembourg (20.9%).

Read more: http://epp.eurostat.ec.europa.eu/cache/ITY_PUBLIC/2-24102012-AP/EN/2-24102012-AP-EN.PDF

Government Gross Debt 2012-2017
De Roque hora 2012-10-26 15:51
http://www.dif.pt/c/document_library/get_file?folderId=580404&name=DLFE-17402.jpg

Quantas medalhas de ouro são necessárias para cobrir a dívida de Portugal.
De Roque hora 2012-08-06 17:23
http://www.dif.pt/image/image_gallery?img_id=572307

Eurostat - Dívida pública no final do primeiro trimestre de 2012
De Roque hora 2012-07-24 10:31
Greece(132.4%);
Italy (123.3%);
Portugal (111.7%);
Ireland (108.5%);
Spain (72.1%)

Informação detalhada:

http://www.dif.pt/c/document_library/get_file?folderId=24244&name=DLFE-15801.jpg

If member states leave the Economic and Monetary Union?
De Roque hora 2012-07-09 13:13
http://www.dif.pt/c/document_library/get_file?folderId=24244&name=DLFE-15602.pdf

The euro crisis - A real mess
De Roque hora 2012-07-03 11:31
http://www.economist.com/blogs/freeexchange/2012/07/euro-crisis?fsrc=scn/fb/wl/bl/arealmess

The funding needs of Spanish banks and what’s next for Spain.
De Roque hora 2012-06-26 10:24
http://www.scribd.com/doc/98172252/Open-Europe-Briefing

Síntese da Execução Orçamental de Junho 2012
De Roque hora 2012-06-25 10:16
http://www.dgo.pt/execucaoorcamental/Paginas/Sintese-da-Execucao-Orcamental-Mensal.aspx?Ano=2012&Mes=Junho

Working Out of Debt.
De Roque hora 2012-06-25 09:52
Link: http://www.dif.pt/c/document_library/get_file?folderId=24244&name=DLFE-15401.pdf

The deleveraging process that began in 2008 is proving to be long and painful. Historical experience, particularly post–World War II debt reduction episodes, which the McKinsey Global Institute reviewed in a report two years ago, suggested this would be the case.1 And the eurozone’s debt crisis is just the latest demonstration of how toxic the consequences can be when countries have too much debt and too little growth.
We recently took another look forward and back—at the relevant lessons from history about how governments can support economic recovery amid deleveraging and at the signposts business leaders can watch to see where economies are in that process. We reviewed the experience of the United States, the United Kingdom, and Spain in depth, but the signals should be relevant for any country that’s deleveraging.
Overall, the deleveraging process has only just begun. During the past two and a half years, the ratio of debt to GDP, driven by rising government debt, has actually grown in the aggregate in the world’s ten largest developed economies (for more, see sidebar, “Deleveraging: Where are we now?” on page 12). Private-sector debt has fallen, however, which is in line with historical experience: overextended households and corporations typically lead the deleveraging process; governments begin to reduce their debts later, once they have supported the economy into recovery.

Exposição dos países a dívida portuguesa.
De João Roque hora 2012-05-09 15:06
O gráfico representa os países que estão expostos a dívida Portuguesa. Espanha lidera. Se ainda não viu, verifique o gráfico interativo que mostra a Europa em recessão.

http://blog.thomsonreuters.com/index.php/debt-exposure-to-portugal-graphic-of-the-day/

Documento de Estratégia Orçamental 2012-2016
De Dif Broker hora 2012-05-08 14:55
http://www.portugal.gov.pt/media/579836/20120430_deo.pdf

BBC o fim da festa
De Horacio Piriquito hora 2012-02-06 16:44
http://www.youtube.com/watch?v=8hiMuNX3C-0&feature=share


a falência do Ocidente

Punk economics
De paulo pinto hora 2012-02-06 16:41
http://www.youtube.com/watch?v=oAR0VRLRGHE&feature=player_embedded#!

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