Nos mercados de capitais, a volatilidade e o risco são uma constante, para as quais há que saber lidar de uma forma puramente racional, colocando de parte toda e qualquer emoção geradora de ruídos indesejáveis para o alcance da maior rentabilidade possível.
A actuação nos mercados (europeus, americanos e asiáticos) pauta-se pela adopção de uma estratégia de investimento de médio / longo prazo, de baixo risco, com alavancagem máxima de duas vezes o montante da carteira, ditada pela conjugação da análise técnica e fundamental efectuadas aos activos transaccionados, visando tirar o melhor partido da amplitude das tendências de mercado.
De acordo com o nível de risco assumido, as acções são sem dúvida alguma o instrumento financeiro de eleição, pois é o que melhor se coaduna com aqueles parâmetros definidos. No entanto, os CFD's sobre acções e os futuros sobre commodities poderão ser utilizados, desde que não estejam disponiveis acções dos activos subjacentes; os CFD's sobre índices e os CFD's de Forex serão, ambos, particularmente uteis para cobertura de risco (hedging) e, para tirar partido das quedas nos índices bolsistas, no caso dos CFD's sobre índices.
Para uma melhor optimização de resultados na gestão de activos, tendo sempre presente uma correcta diversificação do risco, o montante mínimo recomendado de investimento inicial é de Eur 50.000, sendo aplicada uma comissão sobre lucros - remuneração do gestor pelo seu desempenho - de, no máximo, 10%.